segunda-feira, setembro 06, 2004 |

ondas

Kahlil Gibran é um dos meu escritores favoritos, da sua escrita exala o irracional perfume do sentimento paradoxalmente salpicado pela mais racional sapiência e lucidez. Um homem que diz grandes verdades em simples palavras. Aqui fica um excerto de uma das suas muitas cartas a May Ziadah, o seu grande amor - uma vida inteira de um amor platónico alimentado pelas mais belas cartas de amor!
«O desespero, May, é a onda mais baixa da maré do coração. O desespero, May, é um sentimento sem voz. Por isso é que eu costumava sentar-me à tua frente durante aqueles longos meses, olhando o teu rosto sem nada dizer. Por isso é que não escrevi quando me cabia a mim fazê-lo. Por isso é que costumava sussurrar para mim mesmo "já não tenho nenhum papel a desempenhar." Mas no coração de cada Inverno palpita uma primavera, e por detrás do véu de cada noite existe uma manhã sorridente; e assim o meu desespero tornou-se numa forma de esperança.»
Kahlil Gibran - Nova Iorque, 3 de Novembro de 1920 - excerto retirado de uma das cartas publicada no livro "As Mais Belas Cartas de Amor"
Comments:
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Cuze terás tu por ventura algum amor pltónico também?!Pk tens receio d amar?Pensa nisso com carinhu e talvez tambem o teu coração palpite a cada instante k fores lembrado pla tua sereia...Beijos doces* (n é necessario assinar pois sabes bm d kem s trata) * * *
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