sábado, novembro 06, 2004 |


Descendo do morro, sorriso no rosto
A prancha no braço, a pressa no passo
Queimando descalço no sol carioca
Pisando no asfalto, driblando o cansaço
Se benze na água e sente seu gosto
Conversa com as ondas e busca um espaço
Sortudo descobre um buraco e se entoca
No tubo recebe de Deus um abraço
No grito abafado que sai do canudo
Mantendo o equilibrio e pisando tudo
Na prancha barata quebrada no bico
Nascendo e vibrando se sente o mais rico
Surfista do morro, saindo do mar
Voltando para casa, saindo do lar
Andando nos becos, subindo a escada
De cabelos secos e alma lavada.
- Gabriel O Pensador - 12/1/98
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